A Craft postou essa semana um tutorial incrível do blog Whisk Kid sobre como cobrir bolos.
Está em inglês, mas como tem muitas fotos para ilustrar, vale a pena.
As fotos estão muito ilustrativas, com todas as ferramentas etc. Adorei!
A Craft postou essa semana um tutorial incrível do blog Whisk Kid sobre como cobrir bolos.
Está em inglês, mas como tem muitas fotos para ilustrar, vale a pena.
As fotos estão muito ilustrativas, com todas as ferramentas etc. Adorei!
Que tal conversar com a sua família sobre sustentabilidade com um cafezinho e uma torta de doce de leite?
Essa é pra adoçar o bate-papo!
A receita eu recebi do pessoal da Dr. Oetker, como parte do projeto Faça Crescer com Dr. Oetker. Essa campanha tem como objetivo incentivar a preservação do verde e conscientizar as pessoas sobre sustentabilidade do melhor jeito que existe: começando com pequenas ações, dentro de casa. O fermento de 100g vem embalado com um sachê com sementes de uma árvore nativa para você plantar dentro do próprio potinho.
Achei bem bonitinho: Vem com um encarte falando do projeto e com as instruções pra plantar. No sachezinho, tem algumas informações sobre a árvore também.
Agora vamos a torta!
Torta de doce de leite e nozes
- 1 xícara de chá de farinha de trigo
- ½ xícara de chá de açúcar
- 3 ovos
- 2 colheres de chá de fermento químico Dr. Oetker
- 1 xícara de chá de leite
- 1 ½ xícara de doce de leite
- 1 xícara de chá de nozes
- 1 caixinha de Chantilly Dr. Oetker
- Confeitos
Tempo
2 horas
Já que o calor fugiu, que tal um sorvete não tão gelado mas tão fofo quanto?
A idéia é simples: casquinha de sorvete, um bolinho, cobertura e confeitos. Adorei!
Ontem fui na Fundação Japão assistir a palestra Chá verde com açúcar – A influência japonesa na confeitaria ocidental, com a chef Cristina Makibuchi. Cristina é a chef da Piquenique, que fornece para a Loja do Chá e para restaurantes como Shintory, Rangetsu of Tokyo e Jun Sakamoto.
Foi muito divertido!
Cristina estudou confeitaria no Japão e na França e explicou a diferença entre as duas vertentes da confeitaria japonesa: o yogashi e o wagashi:
O yogashi é a confeitaria internacional feita no Japão, ou seja, as técnicas francesas, italianas etc, adaptadas a estética e ao paladar japonês.
O wagashi é a confeitaria tradicional japonesa, que sempre trabalhou muito com doce de feijão, doce de arroz e depois passou a usar também o agar-agar.
Além de acompanhar a cerimônia do chá, os tradicionais docinhos também carregam elementos que representam a cultura nipônica: as formas, os desenhos e o sabor tentam sempre recriar as sensações de cada estação do ano.
Achei esse vídeo que mostra um pouco dos wagashis de cada estação. Está em japonês, mas só de ver as imagens já dá pra identificar.
Ela contou que todas as grandes confeitarias do mundo querem estar em Tóquio, porque esse mercado é super aquecido por lá: os japoneses adoram e gastam muito com doces! A Pierre Herme, por exemplo, tem duas lojas na cidade.
Como acontece com tudo no Japão, apesar deles consumirem loucamente o que vem de fora, os japoneses jamais deixam cair por terra o que é tradicional. A Toraya, que é uma doceria supertradicional e está por toda parte, em Tóquio e em mais 3 cidades japonesas, já abriu lojas nos Estados Unidos e na França.
Outra coisa bem interessante que a chef falou e eu não sabia é que essa coisa de escrever o nome da pessoa no bolo e em plaquinhas de chocolate é super japonês. Eles adoram e personalização é chave na confeitaria por lá.
Ela passou um vídeo muito legal sobre a história do wagashi, com imagens do processo de modelagem etc., mas não achei na internet. Achei esse daqui, que não é tão legal quanto o que vi lá, mas dá pra ter uma idéia:
Ela frisou que o uso de madeira na culinária já foi banido há muito tempo, mas como as forminhas de madeira são elementos tradicionais desse tipo de cozinha japonesa, é permitido.
Como não poderia faltar, também falou-se sobre o uso do matchá, o chá verde. Cristina comentou que o chá verde em pó para confeitaria ainda não é muito fácil de achar no Brasil. Segundo a chef, você pode até usar o chá verde em pó comum, mas não fica exatamente como deveria…
O auge da palestra foi a versão nipo-brasileira para o francezinho macaron: ao invés de amêndoas, castanha do pará e no recheio, claro, matchá! Uma delícia! Adorei! A chef contou que levou quase 1 ano para conseguir adaptar as receitas que ela trouxe do Japão, mas pelo que provei, valeu a pena o tempo investido!
Além de dar a receita do pão-de-ló de matchá (que eu vou experimentar em breve e mostrar aqui!), a Cristina também compartilhou algumas dicas bem simples e práticas pro seu bolo ficar fofinho:
Siga a Fundação Japão de SP no Twitter para saber das próximas palestras! Elas são grátis.